Harry estava indefeso de costas para o seu inimigo, no tinha percebido nada alm do grito de Alexia o alertando. Ele com certeza no teria tempo de uma reao e a velocidade do contra ataque de Malfoy possivelmente teria srias conseqncias. Alexia se ps frente de Harry, e as duas mos na direo do animal que ficou imvel, como se estivesse hipnotizado.Segundos depois desapareceu em pleno ar, do mesmo modo como aparecera, deixando em seu lugar uma mancha brilhante. - POTTER. Um grito de Snape invadiu todo o corredor. Rony, Mione, Grabble e Goyle vinham correndo atrs dele. - O que vocs pensam que esto fazendo? Snape andava bufando de raiva. Harry ia comear a explicar quando o professor se virou na direo de Alexia e disse. - Quem autorizou a senhorita a usar este tipo de magia aqui? - Mas senhor, ela no fez por querer. Malfoy... Harry estava acabando de se levantar e secava o nariz que ainda sangrava. - No pedi explicao ao senhor. V indo para a aula, eu e ela temos uma conversa em particular. Venha para a diretoria senhorita, temos algo srio para conversar. - E voc Malfoy. Vi o que fez, cinqenta pontos a menos para Sonserina. E cale a boca. Draco ficou com tanta raiva que nem percebera que quase derrubara os seus amigos, saiu rapidamente indo de volta a sala comunal da Sonserina. Ao longe Harry percebeu que Alexia se distanciava... A cada passo que ela dava mais nervoso ele ficava. Rony e Mione correram ao seu encontro... - O que houve? - Eu vou matar esse cara hoje. Harry estava to nervoso que seus amigos ficaram at boquiabertos. Ele foi em direo a Draco, estava decidido a acertar as contas com ele naquele instante. - No faa isso. Ns teremos oportunidades melhores para enfrent-lo. Rony e Mione seguraram o amigo com fora. - Vamos para a aula, daqui a pouco Snape vai estar l e vai ficar pior se no estivermos. Harry no pode deixar de concordar com Rony, pegou todas as coisas, incluindo a de Alexia, colocou-as na mochila e seguiu os amigos. Os trs foram em direo a sala de aula. O caminho no era to longo, e em instantes eles estavam em meio a caldeires e tubos de ensaio. Cada um se sentou em seu lugar. Harry deixou com jeito as coisas de Alexia sob a mesa. E ficou em seu lugar ao lado de Rony. Comeou a falar baixinho, tomando o cuidado que somente os seus amigos pudessem ouvir. - Foi a coisa mais estranha. Malfoy conjurou aquela cobra bem em cima de mim, eu no teria tido a mnima chance se no fosse por ela - Mas ela no falou com a cobra, falou? - Rony parecia preocupado. - No, ela no falou, ela simplesmente desfez o feitio, mas ela no usou a varinha. Foi incrvel. - Pode ser por isso que o Snape no tenha gostado. - Mione colocou de leve os dedos sob a carteira. - Mas o que mais me estranha porque Snape ficou com aquela cara de espanto. Eu temo que ele v fazer alguma coisa para castiga-la. - Eu acho que no, imagine se Snape iria fazer alguma coisa contra alguma convidada de Dumbledore aqui na escola. Alvo com certeza o enforcaria. Harry sentiu-se meio tonto e percebeu que o seu nariz ainda latejava. Estavam agora sentados esperando a aula de Snape. - Seu nariz ainda est sangrando.Mione pegou um leninho do bolso e entregou a Harry. Neste instante o professor entra na sala, no est com ares muito feliz... Alexia vem logo atrs dele, quieta, senta ao lado de Harry. Antes que ele pudesse perguntar alguma coisa ela disse baixinho. - Ele no me ofendeu, eu estou bem. Ele se aproxima da frente da classe e grita. - POTTER. V AT O AMBULATRIO VER ESSE SEU NARIZ. Harry que estava prestando ateno em que ela estava falando leva um susto enorme e d um leve pulo na cadeira. - Mas professor eu... - Se reclamar de alguma coisa vai ter pontos a menos para Grifinria. Ele se levanta, est curioso em saber o que houve. Mas se contm e sai silenciosamente. Olhou para seus amigos e lhe dirigiram um olhar de apoio. Harry pode jurar que Mione balbuciou algo. "Depois te passo a aula". Com uma certa dificuldade se dirigiu a sada. Sorte que Mione lhe oferecera o leno, o seu nariz comeara a sangrar de novo. "Droga, droga" - Pensava se dirigindo ao ambulatrio. A distncia at o local no era muito grande, para quem conhecia uns atalhos. Decidiu seguir um caminho mais curto e assim que andou alguns minutos, passou a frente da entrada principal da Lufa-Lufa e pode ouvir Malfoy dizer. - Voc ouviu o que o chapu seletor disse... Alexia no pertence a Grifinria. Harry percebeu que ele vinha se aproximando, se escondeu atrs de uma armadura, e ficou imvel, quase sem respirar para que no fosse ouvido. - Temos que ir para a aula, nunca vi Snape zangar com a gente. A cada passo que Malfoy dava sentia-se cada vez mais encurralado. Teria que sair dali, seno seria visto, Mas os seus inimigos estavam mais entretidos com outra coisa e nem prestaram muito ateno ao seu redor. Quando passaram por ele prestou mais ateno. - Ele anda meio nervoso com o que est havendo l no Beco Diagonal, Dumbledore deve estar aprontando uma. Eu vou descobrir o que . Harry achou estranho o comportamento de Malfoy mas com certeza adoraria ver a hora em que eles entrassem atrasados na aula de Snape. Com certeza depois que se encontrasse com Rony de novo perguntaria sobre isso. Saiu de seu esconderijo e seguiu o seu destino. Entrou na enfermaria e Madame Pomfrey veio receb-lo. Ela tocou de leve o nariz de Harry, com a ponta dos dedos. - Ai.... Uma lgrima correu pelo rosto do garoto. - Nariz quebrado. Sente a que j vou dar um jeito. Harry j estava ficando familiarizado demais com aquele ambulatrio, no estava gostando nada disso. - Quanto tempo mais? Tenho que voltar para a aula. Ela estava mais preocupado com Alexia... Como seria seu primeiro dia de aula. - Mais quarenta minutos e seu nariz estar novinho em folha. - Quarenta minutos? Eu vou perder a aula toda! - Quarenta minutos. - Ela reafirmou. Foi at o armrio que ficava no fundo do ambulatrio. Harry ficou sentando em uma cadeira, ao lado da janela. Olhava a distncia o campo de quadribol. Estava com uma aparncia estranha, a imagem do lugar se destorcia, parecia que estava dentro de um aqurio, o que ser que Malfoy sabia. Nisso a Madame vem carregando uma canequinha, fumegante, cheia de folhas. - Voc deite-se aqui nesta cama... Vou colocar essas folhas sobre o seu nariz... Voc tem que descansar. Harry obedeceu. Tirou os culos deitou-se na cama e ficou olhando para o teto embaado. As folhinhas estavam quentes e ao tocar o seu nariz, leves burburinhos como ccegas comearam. - Voc no deve tocar o nariz, est bem. Disse gentilmente. Aquela sensao lhe deu muito sono. Acabou dormindo. De repente um sonho muito agradvel comeou a invadir a sua mente. Viu-se em um imenso jardim, usava pijamas e estava descalo. O local era cheio de folhagens e rvores altas. Olhou para trs e viu as centenas de janelas de Hogwarts brilhando intensamente e iluminando o local. Nem seria muito necessrio pois a noite estava to clara e a lua estava to cheia e brilhante as estrelas numerosas que podia caminhar tranqilamente pelo jardim. Fazia muito calor e uma brisa agradvel o convidava a continuar caminhando. Perdeu uma noo de quanto tempo estava andando por aquele jardim quando percebeu aquela msica maravilhosa e tranqilizante. Foi seguindo a direo do som e percebeu que logo a sua frente havia mais algum. Alexia estava toda de branco, e no havia notado a sua presena, mas no estava s, um pgaso pardo estava ao seu lado. Harry ficou esttico, com certeza no conseguiria se mover diante da cena to mgica. Ela estava l, acariciando o focinho do animal enquanto a brisa balanava os seus longos cabelos negros. Sorria feliz e tranqila e finalmente com um passe de mgica ela desapareceu, juntamente com o pgaso. Mas antes disso ele pode ouvir a msica ao pouco desaparecer e em seu lugar uma frase doce e tranqilizadora. - Estarei sempre com voc. Sentiu uma leve sacudidela do ombro. - Vamos Harry, acorde... Voc perdeu aula, mas esta voc no pode perder... Ele acordou assustado... Abriu os olhos, Rony estava bem ao seu lado... Tentando acord-lo. - O que houve? - Tem um comunicado l em baixo no salo principal. Dumbledore mandou chamar todos os alunos antes da prxima aula. Rony literalmente puxava Harry pelas vestes. - Vai haver um campeonato entre as casas, s que desta vez no ser somente quadribol e sim vrios tipos de categorias. Harry mau tivera tempo de ficar em p e Rony j estava o puxando pelo corredor em direo a entrada principal onde havia um enorme pergaminho com todas as categorias descritas preso na parede. Foi com muito custo que os dois conseguiram empurrar a multido que se formava na frente do cartaz que ficava bem frente. Estava escrito. --- Todos os alunos esto convidados a participar dos jogos especiais de Hogwarts, no haver limites de idade e sim de categorias. - Caso queiram se inscrever as regras estaro com os monitores de cada casa... Mas o final do pergaminho foi o que mais chamou ateno de Harry. --- Portanto no haver o campeonato de Quadribol, que foi adiado para o prximo ano. Harry ficou sem jeito e Rony no pode deixar de perceber a sua tristeza. - Ei Harry no fique triste, olhe s aqui embaixo o que est escrito. --- Como sabemos da importncia dos jogos de Quadribol em nossa sociedade, esclarecemos que haver um novo jogo com o objetivo de se apanhar o pomo dourado, por isso convidamos a todos os apanhadores a participarem. - Nossa, mas isso timo, ento todos os alunos esto convidados a participar, isso maravilhoso. - Harry por instantes olhou para Rony que estava sorrindo tambm. - O que houve? - Eu tambm vou participar. Vou jogar xadrez. - Xadrez? Harry pareceu surpreso. - E pode apostar que tem categorias para todo mundo. - Ei Harry, Ron o que est havendo? Eram as vozes de Mione e Alexia que vinham na direo dos dois. - Ns fomos procurar Harry na enfermaria, Madame Ponfrey nos disse que vocs DOIS j haviam sado. - Mione fez questo de enfatizar o DOIS. - Desculpe, mas o Ron estava com pressa e eu nem tive tempo de ... - Tudo bem Harry, eu sei que voc no sabia o que estava havendo, o Ron pediu para ns irmos at a biblioteca pesquisar algo sobre esses jogos e disse que iria nos esperar, mas pelo jeito acho que ele estava com MUITA PRESSA. - Acontece que vocs demoraram muito e eu resolvi ir avisar o Harry o mais rpido possvel. Harry logo percebeu o clima tenso no ar e foi logo interrompendo os dois que iriam comear a discutir. - O que vocs descobriram? Mione colocou o enorme livro sobre a mesa e comeou a ler calmamente. - Nada muito interessante, somente que este jogos foram de grande importncia no passado e os objetivos no eram muito diferentes do que os jogos Olmpicos... Hoje somente uma fonte de entretenimento e cada escola pode organizar o evento quando quiser. - Mas s isso. Nada sobre os jogos de xadrez? Rony parecia indignado. - Voc no me pediu nada sobre xadrez! Por instantes Harry parou de prestar ateno em Mione e Ron e percebeu que Malfoy estava agora ao fundo do salo conversando com uma pessoa que a princpio Harry no se lembrava pertencer a nenhuma das casas ou at mesmo outro ano. Havia muitos alunos circulando pelo local, muito deles o empurrando e foi difcil manter o foco. O seu ngulo de viso foi quebrado quando Alexia falou com ele. - Vamos Harry, esto nos chamando para a prxima aula. - Onde esto os outros? - Os dois saram conversando calmamente depois que tentaram por duas vezes falar com voc sem resposta, voc estava to distrado que nem percebeu. - Ento foi muito bom, consegui fazer com que os dois parassem de discutir. - Vamos indo. Alexia segurou a mo de Harry com gentileza. - No sei onde a prxima aula, ns vamos ficar juntos mas a Mione se esqueceu e foi na frente. - Voc est bem? Harry finalmente tivera a chance de falar com ela depois do acontecido com Malfoy e Snape. - Sim estou bem! O professor Snape foi muito gentil em me avisar que no permitido este tipo de magia aqui na escola. - Mas voc s me ajudou... Os dois agora continuavam caminhando pelos corredores em direo a prxima aula. Sem pressa j que tinham algum tempo pela frente. - Ele sabe disso, por isso me informou que nenhum ponto ser tirado da Grifinria. Fiquei muito feliz pois no gostaria de prejudicar vocs. Ele me disse que esse tipo de mgica atrairia a ateno de pessoas no muito confiveis. - E quem poderia ser? - Na realidade eu no sei quem poderia, mas creio que no mesmo bom fazer isso de novo. - Eu no gostaria que voc sasse da escola. - Ele no disse nada sobre isso, alis eu acho que ele estava bastante preocupado. Qual a sua prxima aula Harry? Alexia se esforou para que o assunto no o preocupasse. Harry pegou o seu calendrio e olhou com ateno. Ela pode notar que logo ele pareceu desanimado. - adivinhao. - uma matria interessante? - No muito. por isso que Mione no ficou com voc, ela nunca assiste a essa aula. - O que tem de errado. - Madame Sibila a professora, todo ano ela tem uma vtima para escolher. - Como assim? - Ela sempre prediz que algum vai morrer naquele ano. - Nossa! Alexia estava surpresa. Mas isso muito ruim. - Ruim! Imagina! Profa. Minerva me disse certa vez que ela nunca acertou uma adivinhao at agora. Eu e Rony gostamos da aula pois aprendemos a nos divertir com ela. - E a Mione? - Ela detesta, no v lgica em nada que diz. Prefere outros estudos. Em poucos instantes eles j estavam prximos a sala de aula da Professora Sibila. Todo o ambiente cheirava a incenso, at as escadas. No havia ningum por perto e Alexia se arriscou a dizer. - Eu tenho certeza que este ano ela s vai dizer coisas boas. - Ela segurou de leve as mos de Harry. - No sei, eu a acho meio estranha. Ele retribuiu o carinho. - Eu tenho certeza que vai sim. Alexia foi aproximando o seu rosto aos de Harry, vagarosamente at que finalmente ela deu um leve beijo, mais longo do que o anterior. Harry fechou os olhos e ficou quieto por alguns instantes. Sentiu um frio em sua espinha como se a temperatura do ambiente tivesse esfriado de repente. Ouviu a voz de Alexia que agora parecia ecoar nos seus ouvidos. - Eu tenho certeza que ela s dir coisas boas. Os dois entraram na sala, sem saber que estavam sendo observados por um inimigo que se escondia nas sombras do castelo, Snape tinha razo. Alexia no poderia mais usar os seus poderes mgicos, com certeza grandes inimigos poderiam observa-los. E estavam. - Podem entrar. Harry pode ouvir a voz estridente de Madame Sibila. - No se preocupem que nem todos os alunos ainda chegaram. Podem se sentar. A sala da professora estava mais escura que o normal e mais esfumaada tambm. Ele pode observar que Rony j estava sentado em seu lugar e logo fez um sinal para que Alexia se dirigisse com ele ao lado do amigo. Levou um susto quando a professora o interrompeu. - A nova aluna fica comigo, aqui do meu lado. a primeira vez que eu a vejo e gostaria de conversar com ela um pouco. Harry sentiu subitamente que eles teriam problemas pela frente. Mas mesmo assim obedeceu. Sentou-se ao lado de Rony enquanto via a amiga ficar ao lado da professora. Ouviu a mestra dizer. - Vejo que voc uma pessoa especial. Harry engoliu em seco, mentalmente pensou. "Espero que a Professora Sibila no d com a lngua nos dentes logo agora". - Sei que deve estar muito feliz nesse momento. - Sim senhora... Foi a nica resposta que Alexia pode dar. - Ento eu tenho uma pssima notcia a lhe dar. Harry fechou os olhos, desejou de todo corao que Sibila no abrisse a boca desta vez... - Vejo que voc tem um destino marcado, e vejo que j o encontrou. Para a sorte de todos ns. - Ento isso muito bom no ? Alexia deu um sorriso. - No tenho l muita certeza. Harry fechou os olhos, ela no pode continuar, pensou, mas ele sentiu finalmente que o destino estava a seu favor quando um dos alunos da Corvinal gritou. - PROFESSORA! EST PEGANDO FOGO AQUI. Uma das velas cara sobre o tapete causando a maior fumaa, a professora Sibila foi em direo ao local e tentou em vo encontrar a sua varinha. Gritou nervosa. - Algum apague isso aqui. Eu nunca uso essas varinhas inteis. A fumaa ficava cada vez mais densa. O pobre do Neville, que estava mais prximo, tentando ajudar, se aproximou do tapete e evocou uma leve chuvinha, que ao invs de apagar o fogo fez com que o ambiente fosse tomado por uma enorme fuligem negra. - Saiam daqui. - Gritou a professora. Por sorte... Harry correu em direo a Alexia e literalmente a arrancou da sala de aula. Rony o seguiu. - Vou falar com a professora Minerva. Nunca mais quero ficar na aula dessa 4CiKWfH%i(@ uڈ~^]6#o!͹;=O[6)odXU$AGb=YWo#u_TCYժ2rfC,e$h P(4bGRbydoRQŋ;f$׹?Ht-HgK6Fjl #A1p,LxYqPM˂N2P1[J*8䞡&OIߕaf"U# VҚ:[r0Y84$",@P-8ݍ33c=P,a^ZȨu*k젅 u5|UÀjw>3oFS()2MJtD-2b۴|ii,qfey6ꔖÙ^.8ApҘonO[ُ6ϓ<,xQfH>6Re2z= Jv;"lWy@`D;1xU&<rre< sqP^+T0mGah]i77aIY,C!yUnVXV`zbR^s*W_ŧJpBЎ}YЍ4f#9kMʃp4 Iq~e*P8?} jFݎF[u-ZMD :lkx6\ 9εxX=&m&Be S~4jI>p+.sgH(s<=Ͱ{W8_l..6HCb_"dT)q$ҕ8r78Dsc'&Y8C%5Y5O솯 kvq>ixi&V+ \f8g.$ RG(R5fGYe~U\%).Ųe  MU(q@ORѴYiidn-z0fS3<W-e}D-Hm + .M(؆1 i|M=Jըhd;@w.(&o L0q|njCBvR] !/BIa b߯_/⑯-$8]Iw2b[XLU sIǮ%;_<W/0Tas9b4Ax==ӮRKtQCD7{`pKn=NϽ{^:Sq'epRsHC,몇Q 3fCknETV; KI)ZGBbpƆ%, tKivuR\u _M0NFZg+@Y(-axpGގ6l=lnc #d1_ 1|f_kbcͻNnkd[|KI 8,G6iWhI]tTaal|:1L^NRs݄QwjLKb+jb{5~*D c f_96rf-y$&Z)=kCeҲʠ}9r՚C|8. rIpOMTNp355C!N4y:աIMLN i݊LAZp?EfCdd6`?V5d%eޚ?eV53V=LE\m0`d{"˪(#_ja~=(p&)XXy H𪮑[VBYwI3\ ^Zvhܞ^<& :s?25.&歌PRJ'4b7|jox=foQkѳKp3A(3 u@Yޓ'k$764mq/֏@<_넾N\][>W$kSFrO_{a&fK>%q8<緃BW48%d'!gh0xAH=~yk%l>#wMޠgTM=[Aq[ȭRw>;Ozɳmv][e EC-)ݠX\EA϶K0`!7=?G|E$1*=ER 7ad .[yHPR8N q OsXq61d7=tՏY Tm@YZAs_:CJxNU);4VU9c'j%0A-+е~7^ݽ-Iɷݕ^ n;EEQv3K!?EME~0q9[pwimT I4UYz:h}., g;L @΍4  pLV{j9Ƽ?eKZ3?"e֗VΈ4rZ.2yiw3kplg;+Gw=p4 I^a]PsuoӓSL*E5_"@g:YkeN-jz[^,bnx8A{,dIÚ ӟ k{+4%98꣑PN|m 4N̡A 7 "l4ϼ/zh xwt8a?'D`^ 5ːWs'Y?jpj &nkл3.z{D; 2X&$ 4ƾI{]̹, v4v;QIV8_/bU 608:wٮ+r\|k)J'(WaHC Q s4y[e^ee t"pp!] ̽$E ${B(2eƟ<ӿcNj%N\lՂ}\Ar-\G )<@:ͺ,Gpv/n{kU &ľ(3n1Ao.,9^Zs3={G'׽$(8PAܧ#P}+@;969ʖ&9,h}N;#uoj%,Hxx\*FQxzyŷWa&c'fg93׷! 0_-az&f/B7x,i@ YS*b-I'm0'UߵZ~<FM|Lw7 kq8Dh{x4~tCZaq\PݘhHfjQXV'-AoAZjP?ev P:4at=2șf VZPi'UFJ]|ڒ|E(j0w0tX#?XjG~]L?nЂJImPj\i؎e ZBTs}/dRa[#l2RQf~a錆?]S]E{ :`5n10ckӅ00?YMvGQ #yi3|y\ݷ )(fiӣrvчQl E(HtۏJz^.g).9%R0h_=4."v<ݻ$xmIdXfٜ5k~ᚡ5znʥÌMh1H:7$ f2܀gmOHT"ťж}N\$8:M, ֒BMg$"a٘.@4&Z41hMn)Ч\PIyn-n7~ F;!Riհw}79t1,{˃LX#3}'h&Ֆcψ9F_)гgp;M̝h edh 2Z[7>qN8[x!GB^ ƢܭFi T|C]|TW/3 %OU[GhM16j㜼ia]OZ SC2hē0E mM]<& `=T 'gD+6C\y6\[3_,7)A4D++8?:.eg&3on96dߦ}3< D:]X|;O7T@=\MH UMtXnmY W5#Py9i)*"{n4wivlH_j -ԟ'<5c]3ܥ_@3U)^!D!n|B@ y"C&cN2~9 G =h PXvviñXt`WڃQ `3;`b su] M-4a BҾfWm} ?/To=~%g>/!I^ҖM{tb`3G `Owx=.(R.d2$qKWe)' Wu-3 3GfhGTɲ)BbTDuq݇b6G,&( ƀիK<;)gZ~XDc0T1a|ek>&JfM2[w³M0j:Ľ{[B5WH֛]##sCY𨧞ݑ:BcO;U8l=S~ ҷ`q vsy*i$]zO@Ze"R r #G59 ̘x&mxc\ȑrGu\,{<~8YQcx]FryC*LbsdZBϠQr|DS>]eꙔY( ;CWzrpՒAjk}74)T2G88 uYk튫4<,>;< r"  05_{|!]@k 9*@0gcDA< PTM.,2h&g+ܸ틎{Hٓt5? 8lY$I M%cSkW=aa  t_qC  [YHjҡH*[WU5vvrC-0 aԾ"3>*xxuB1Oc`Bv fm/e167u,{ron?֕(荐A?{m^^G '؅˪w"#K(e\i0읇bz&!ȫ$3k3h ăX\v*D'$׺UgUT72d~\J+T_@qN}1~ydrd["ۆfԌu&ó6BOI6 SDxǕ0Pn[X$n4WC>2#L8TyQ )h;o?IfbiCP 'pmHj{P3(dϕP-lj`{[G;g?9*x2f[Nxg5}i o5Os5>p 8_ I#^ccвcZs+ѷ$?&e_ :nQ, A5(K q=FK6]ֱ5,Nr 80D 6`4[,*C."BY !qdM )e 6SـK ^ƼC߶6t@fsCޘE 5{ap$ q@sq8ĖraX,Q;7h? isB i%%Aм~,@͠Jҹ\-WB1`}p9~nE?k$ na  3|6Th5! o7-g75PNubv3 htN0Þ"4X#lR\4 KD6I/ZXX 6딃Q_9lߣ5fI~ s]ʹZ/"QI,בMJ/ >ށR1HKyI}j5cD;@zMXUuZ/5JA>K>Kzn7VȞsmk`q]u[03{Լfpzn/62N_)Bp,ZjA W"E vP@:J鍿-BQ)sh%^-UL^gF-EΤ8R;T%{cY*ǟ(S#o k0x4`OWcg}Vu|;#qu[>yJEV